das coisas que eu gostaria de entender

…a dificuldade que as pessoas tem de escutar e/ou decidir.

sério. é pedir demais que parem para ouvir quando eu tenho que falar/perguntar alguma coisa? custa decidir alguma coisa – e vejam aqui que não é nada complexo, são coisas triviais, como o que quer comer, se quer ir, enfim – me diz: custa? deve custar e deve ser caro né, porque vou te contar… não tá fácil não.

seria legal se passasse pela mente de quem não ouve/decide que se eu estou perguntando é porque opa! preciso de uma opinião! ou então estou cansada de fazer tudo sozinha e um palpite ou vontade poderiam ajudar. mas pra que facilitar né?

bora deixar a louca mais louca, a cansada mais cansada e assim por diante…

Segundas

Segunda-feira, seja frio ou não é sempre segunda, preguiçosa e cheia de desesperança !

Mas hoje meu dia começou com um pão quentinho com cream cheese caindo no chão, lógico que com o recheio virado pra baixo.

Pesquisadores da Manchester MET University, na Inglaterra, investigaram as curiosas razões que fazem com que uma fatia de pão com manteiga quase sempre caia com a manteiga virada para o chão.

Para descobrir o que causa esse tipo de acidente, o grupo fez testes com cem fatias de torrada com manteiga, que foram derrubadas de uma mesa com 76 centímetros de altura, distância similar à encontrada nos lares de todo o mundo.

Assim, os pesquisadores descobriram que em 81% das simulações, o pão caiu com a manteiga virada para baixo. Comprovada a teoria, foram buscar as razões. ” continue lendo aqui

Continuando a vida fui tomar um banho bem quentinho pois, a sensação térmica estava 10°C , mas quando sai do chuveiro e me olhei no espelho embaçado vejo um 13 desenhado ! Tipo, me senti numa cena de filme de terror, só não foi pior porque era dia. Liguei imediatamente ao marido ,SOCORRO, e ele riu da minha cara, LÓGICO, e disse que não tinha sido ele, AHAN, quem foi então ????

Tento ignorar o fato e continuo esperançosa e vou passar roupa porque fazer o quê né? tenho que pagar minhas dívidas !

Ai que então acontece o inesperado ?????

SegundaEstou continuando a vida, vim para o trabalho dirigindo a 30 km/h (caso você tenha me encontrado pela estrada e eu tenha te atrapalhado me desculpa, apenas me entenda pelo que passei antes das 9 da matina).

Caso me aconteça algo, deixo aqui meus dizeres que: se seu pão virar com cream cheese pela manhã, você encontrar um 13 desenhado no seu espelho embaçado e se você queimar sua camisa CUIDADO , pode ter mais coisas por acontecer !

Sem mais, com esperanças que a segunda ainda me reserve algo bom,Charlie !

Mundo Equestre Particular #5

Porque SIIIIMMMM, a saga do Mundo Equestre Particular voltoooou! 
(A pedidos do Cacau, meu grande amigo e que segue a saga de perto, e porque meu cavalo voltou a ser teimoso bacarai!!!)
AEEEEE!!!

Eu fui criada acreditando que o mundo do cavalo era um mundo disney! Apesar de eu ser sido criada como uma princesa mais roots (like Valente), eu sempre acreditei naqueles filmes fofinhos de que o cavalo possuído ficava manso apenas ao receber e sentir o amor de sua tutora… 
E como diz Marido para mim: “Acorda, pudinzão*!”
Pois é, aprendo a duras penas, lendo muitos livros, vendo muitos vídeos e convivendo com meu cavalo que o mundo não é disney… o mundo é HARD!!! Que sempre que meu cavalo faz algo errado para a minha pessoa, a culpa é MINHA e não dele e que ele não tem a sagacidade e nem magia das fadas para sacar o que eu quero… 
Sorry but it’s true. 
O grande problema da minha díade equina deve-se ao fato de não decidirmos se castraremos ou não o meu cavalo, bem como sempre achamos ou melhor não achamos que o adestrador é experiente e racional o suficiente para domá-lo para montaria.

Pausa rápida: Meu cavalo é dócil, anda de cabresto, deixa fazer as patinhas (casquear), dar banho, porém nunca recebeu sela e não sou EU que vou montar primeiro, digamos que por motivos óbvios de eu querer manter meus dentes ou meus ossos intactos. Obrigada.

Então ficamos nessa lenga de treiná-lo para ele não redescobrir seu lado selvagem porém sem dar um passo além que é a montaria em si. 
Hoje eu especial ocorreu que ele me mordeu de novo. Sim, meus caros. Mas na verdade ele não vinha me mordendo há mto tempo, estávamos super nos entendendo, mas não tive a sagacidade de compreender o ambiente mais rápido e tomei a mordida. 
Por ter éguas no cio no piquete próximo, e um cavalo inteiro (não castrado) recém chegado e também próximo, meu cavalo estava enlouquecido nas trevas! E até que ele foi bonzinho porque me deixou colocar cabresto e arrumar sua crina, porém nada mais e quando tentei algum outro cuidado = “NHAC!!!!!! Sai daqui humada do carai!!!! Não me deixa dar umas bimbadinhas por ai e também não me castra!!!! Sua louca!! te odeio!!!” (Meu cavalo, 2015.)

Enfim, a culpa é minha né gente? Fica o esfolado na perna para eu me lembrar de:
A) Analisar o ambiente ANTES de fazer qq coisa.
B) Decidir DE UMA VEZ sobre a castração.
C) Arrumar O MAIS URGENTE POSSÍVEL um adestrador decente.
D) Descer do pé de alface, pq essa vida de Alice sonhado está me machucando literalmente.

*Pudinzão = Apelido irônico que marido me deu por motivos de: eu chorar até assistindo Sílvio Santos.  

Tem dias que as palavras apenas não formam para simbolizar o que sentimos realmente, fica aquele misto, embolado de sensações, sentimentos e expectativas que não conseguimos nomear, etiquetar e organizar nas gavetas da alma.
Fica tudo ali, flutuando. Sem rumo. Esbarrando no pouco que organizamos duramente antes.

#MeDeixaXésus

Não ando fãs de textões, tenho preguiça dos extensos mimimis, mas fazer o que se a alma da gente quer gritar as vezes e ainda mais quer gritar sermão? Apenas me rendo. Para tentar preservar um pouco da minha saúde mental.

Sabe, sempre ouvi que “a vida só é dura para quem é mole”, isso, depois de muito anos e muitas pauladas, percebi não ser verdade. Na realidade a citação deveria ser: “a vida é dura para quem não tem costas quentes” ou “A vida é dura para quem não mama em ninguém”. 

Acredito que minha atual frustração nem seja em perceber que o ditado mudou com os anos (se é que mudou, porque na minha opinião ele foi criado apenas para apaziguar as aflições daqueles não tão bem afortunados financeiramente e de contatos), mas ver que o considerado atualmente como certo não corresponde ao modo de minha criação e que dessa forma, além de me causar mal estar por crer que pensar deste modo vigente é errado e pouco idôneo, ainda me proporciona sofrimento por não me encaixar nesses padrões vigentes ~sempre fui outsider, mas agora tá demaix~ percebendo, por vezes, uma certa discriminação com o fato de eu prezar pela minha autonomia com conquistas próprias, porém pequenas e graduais.

A inversão de valores (ou seriam os valores reais da sociedade hoje, porém hoje mais expostos?) tem me assustado especialmente quando estes batem à minha porta me cobrando por algo que eu não acredito e que não farei.

Chegando aos 30 ~SO.COR.RO~ e “devendo”  algumas coisas para a sociedade, tais como casar-me oficialmente, ter um filho, ter uma casa própria AND ser 100% feliz o tempo TODO ~geração rivotril sorri enquanto te chicoteia~, a cobrança apenas aumenta quando você não tem nada disso uma vez que escolheu feat. sua história de vida contribuiu, a conquistar as coisas gradualmente, sem pressa e sem “ajudas” extras, mas com seus únicos esforços, até porque nem acredito que necessito de tudo aquilo que a sociedade me vende. Mas vai falar isso em voz alta?

black sheep2

Um nota sobre relacionamentos

A sociedade atual prega a agilidade das tarefas, dos comportamentos e dos relacionamentos, tudo passou a ser descartável e aprendemos a eliminar ~ e não reparar ~ quando algo passa a não se adequar às nossas expectativas.
Venho notando, pelos relatos de conhecidos ou mesmo no âmbito profissional, que investir no outro “saiu de moda”, e o que é realmente é reforçado pela sociedade é fugacidade nas relações, sejam estas de amizade, amorosas ou familiares.
Não é mais ensinado o modelo empático para se compreender o outro, tão pouco os ganhos de um investimento em uma relação saudável, mas sim a saída mais fácil e rápida: O descarte do próximo. E talvez este seja o grande mal de nossa geração.
Ao ver esse vídeo, a respeito de uma pesquisa sobre intimidade, além de retomar esta reflexão que venho construindo, sobre o cultivar das relações, percebo ainda que ao passarmos correndo pela vida, simplesmente não nos atentamos ao outro, ainda mais quando este outro vive com a gente, e que de tão natural que a relação ficou, acaba passando despercebido na rotina.
Não observamos mais este outro, com suas características, seus detalhes, suas nuances. Não tocamos mais neste outro com a motivação da descoberta e do respeito à sua identidade.
Não damos a ele o seu lugar de existência.
E o vídeo mostra que em apenas 4 minutos de contato íntimo, ao olhar nos olhos do outro, parando nossa vida momentaneamente, podemos resgatar sentimentos e descobrir tanto sobre este outro e sobre nós mesmos. Algo simples, que podemos exercitar todos os dias. Um resgate de nossas relações.

Ah, se muitos soubessem que um olhar sincero é mais íntimo do que muitos toques e carícias, o mundo seria menos fugaz.

Em 55 anos de casamento, nós nunca realmente olhamos nos olhos um do outro dessa forma” – comentou uma mulher ao fim dos quatro minutos. “Quando eu olho para você de perto, percebo o quanto preciso de você“, – respondeu seu marido.