Amálgama

Fazia anos que não realizava uma festa de aniversário incluindo a família não nuclear. Anos desde antes da morte d’Ela.
Não foi por esse fatídico motivo que parei com as festas familiares ~ampliadas~, mas porque após o ocorrido, muito se modificou em minha vida incluindo a mudança física/mental/espiritual de cidade e de ciclo.
Confesso que continuo sem sentir falta de realizar estas festividades, apesar de amar fazer aniversário e receber os parabéns, mas me expor em qualquer grau de modo pessoal é uma rara opção.
Entretanto, apesar do ligeiro desconforto, perceber que a festa trazia a felicidades de muitos me aquietou, mas confesso que a todo momento sentia como se Ela fosse chegar trazendo toda a sua luz e isto acabava me gerando um misto de saudade, angústia e esperança.
De toda a forma, para mim, hoje acabou sendo mais do que uma simples festinha… foi mais um aprendizado com auto-reflexão ~sou de humanas blá blá blá, lidem com isso ~ avaliando sobre o perdão, a saudade, o medo e a esperança.

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