As crises nossas de cada dia…

O mundo atual nos pede agilidade, produtividade e ganhos, muitos ganhos financeiros!
Entretanto quantos estão completamente felizes com o que fazem? Já parou para pensar nisso?
Você se imaginava há 10 anos atrás, que você estaria desta maneira hoje?

Fazer o que gosta ou o que se dá dinheiro?
Mas afinal, do que eu gosto?
E o que dá dinheiro?
Como escolher entre o “ganho mal mas faço o que amo, apesar das mil adversidades na minha carreira” com “ganho bem para ca$#$%#%$, mas odeio o que faço e nem suporto olhar para a cara dos outros”?

A sociedade hoje, mais cruel do que posso me lembrar, pede que antes dos trinta você tenha casa própria, carro quitado, marido e talvez um filho encomendado… Todos os critérios de felicidade global perpassam de alguma forma à sua condição financeira, afinal ninguém aqui tem casa de graça (nem quem ganhou de papai e mamãe – porque alguém pagou por isso), ou carro, ou família (porque precisam ter o o que comer) sem ter recursos monetários, mas e quando você não corresponde a todos, ou a nenhum dos itens cobrados especialmente porque o quesito DINHEIRO não gosta da sua companhia?
Facilmente podemos nos pegar comparando-nos aos outros que seguiram à risca a receita de bolo e de alguma forma conquistaram sua felicidade facebookiana e a escancara aos 7 ventos, e não a toa, tais comparações, e com elas pressões diversas, passam a se representar em forma de sintomas ansiosos ou depressivos… hoje sendo os mais recorrentes no relato da população.
Acredito que nossa forma de viver está adoecida, uma sociedade em que você vale pelo que você tem e pelo quanto você ganha – e que família passou a ser de alguma forma um produto – não pode ser a sociedade mais saudável.
E que rumo tomar?
Fica a pergunta… qual mundo você escolhe?
Montar a sua felicidade se esquivando dos padrões pedidos ou correspondendo às cobranças sociais mascarando o seu sentido de viver?
A escolha é sua.

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Um comentário sobre “As crises nossas de cada dia…

  1. Assino embaixo, pode? Me irrita profundamente essa noia que as pessoas tem de criar padrões que – na maioria das vezes – elas mesmas não seguem. “ah, mas você, pra ser feliz, tem que viajar x vezes por ano, ou tem que x, y e z”, sendo que a tal pessoa em si não faz nada disso, ou até faz, passando por cima de tudo e de todos. A que preço? Ao preço de mostrar para os outros que fez/pode? no tks.
    Até pq, hoje em dia nosso brother photoshop tá aí pra provar que nem tudo que reluz é ouro. Vide a moça que viajou pra tailandia sem sar do quarto.

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